Mostrando postagens com marcador saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saúde. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Dormir pouco prejudica a queima de gordura

O sono desempenha um papel importante na regulação do peso corporal. Esta constatação acaba de  ganhar mais força, graças a um estudo publicado recentemente no periódico científico Annals of Internal Medicine.
A pesquisa sugere que é preciso dormir o suficiente toda noite para obter bons resultados em dietas para emagrecer.
 
Dormir bem favorece a perda de gordura

Participaram do estudo 10 homens e mulheres acima do peso que passaram dois períodos de duas semanas em uma clínica do sono. Durante estes períodos, eles foram mantidos na mesma dieta de restrições calóricas. Mas, em um dos períodos, os participantes dormiram 8,5 horas por noite, enquanto que no outro eles tiveram 5,5 horas de sono.
Pesquisadores descobriram que os participantes perderam a mesma quantidade de peso sob ambas as condições – pouco menos de 3,5 quilos, em média. Mas, durante o período de sono restrito, eles perderam muito mais músculo do que gordura.

Menos gordura

Quando os participantes dormiram 8,5 horas por noite, mais da metade da perda de peso foi de gordura acumulada; enquanto que no período que dormiram 5,5 horas por noite, apenas um quarto do peso eliminado foi de gordura – o que significa uma redução de 55% em perda de gordura.
Ao contrário, a maioria do peso perdido durante o período de sono restrito foi de tecido corporal magro, ou seja, músculos e qualquer outro tipo de tecido sem gordura.
“Eles perderam a mesma quantidade de peso, mas a composição foi diferente”, disse o Plamen Penev, pesquisador sênior e professor assistente de medicina da Universidade de Chicago.
Dietas de sucesso sempre eliminam certa quantidade de músculos, remarcou Penev durante a entrevista, mas o ideal é limitar tal perda ao excesso de gordura acumulada. De acordo com as novas descobertas, a insuficiência de sono pode interferir no processo.

Estudo pequeno

O estudo tem algumas limitações. Além de ter sido bem pequeno, foi analisada somente a perda de peso por um curto período. Penev afirma que serão necessárias outras pesquisas para analisar como a duração do sono pode afetar a composição corporal durante um período de dieta.
O professor também diz que ainda não está claro como essas constatações a partir de um grupo tão pequeno poderão ser interpretadas no “mundo real”.
Entretanto, as descobertas complementam outras pesquisas que relacionam os hábitos de sono ao peso corporal. Diversos estudos constataram que pessoas que dizem ter um “sono curto” – aqueles que tipicamente dormem menos de 6 horas por noite – costumam ter peso superior ou ganhar mais peso ao longo da vida do que aqueles que dormem sete ou oito horas por noite.
Tais estudos, porém, comprovam que diferentes padrões de sono são a razão para a diferença de peso. Pequenos estudos realizados em clínicas de sono, como o novo estudo mencionado, ajudam os pesquisadores a concentrar a atenção nos efeitos do sono em si.
Estudos clínicos sugerem, por exemplo, que a perda de sono pode alterar os níveis dos “hormônios da fome”: a leptina e a grelina. A leptina é secretada pelas células de gordura; baixos níveis sanguíneos do hormônio fomentam a fome, enquanto que os níveis altos enviam a mensagem ao cérebro de que o corpo está satisfeito, estimulando a queima calórica. A grelina é secretada pelo estômago para estimular o apetite.
No estudo, Penev e seus colegas de equipe descobriram que durante o período de restrição de sono, os participantes relataram ter sentido mais fome durante o dia em comparação ao período de 8 horas – apesar de terem consumido a mesma quantidade calórica durante os dois períodos. Eles também apresentaram níveis sanguíneos mais altos de grelina acilada, uma das formas do hormônio estimulador do apetite.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

PAPO SÉRIO

 A educação ambiental sob um aspecto crítico para uma melhor qualidade de vida


    Vejo-me  em uma sociedade desafiadora, que amplia seus domínios urbanos em um processo crescente no aumento do consumo de produtos naturais e produção de resíduos tóxicos. Isto se dá devido à valorização do consumismo e ao avanço tecnológico gerando mudanças nos valores e estilos de vida da sociedade, que em conseqüência, vem ocasionando mudanças ambientais desastrosas, afetado a qualidade de vida do homem moderno.
As grandes catástrofes já são uma resposta da natureza á este desequilíbrio entre evolução e preservação. Este desequilíbrio e suas conseqüências vêm despertando interesse do homem em assuntos como o meio ambiente e a necessidade de uma consciência ecológica para a preservação da vida, uma vida com qualidade.Quero despertar a preocupação para a questão ambiental por meio da educação através de um processo pedagógico que forme indivíduos no desenvolvimento de uma consciência critica atuante e transformadora cultural, despertando no educando a necessidade urgente na mudança de hábitos e atitudes sociais que conduzem para uma melhor qualidade de vida.
Como educadora me vejo responsável neste processo transformador do educando. Já não basta mais só reciclar o lixo da escola, é preciso relacionar atitudes diárias despertando capacidades cognitivas, habilidades, atitudes e competências para que o educando compreenda o mundo sob o ponto de vista ecológico. Sei que este é um processo de construção desafiador devido às grandes diferenças culturais, ao estimulo e a cultura familiar. E o desafio é o meu maior estímulo. A natureza é a minha casa, é a casa de todos, respeitá-la é respeitar a vida, é respeitar a si mesmo em sua totalidade